segunda-feira, 16 de março de 2015

APRENDIZAGENS - PRÁTICAS EDUCACIONAIS E AÇÃO COMUNITÁRIA



Para concluir este trabalho nos questionamos: como descrever o que não se pode colocar em linhas de papel? Como descrever experiências que vamos levar para a vida toda?
 
Enquanto analisávamos os inúmeros dados de que dispúnhamos, haveria a necessidade de pontuar detalhadamente cada trabalho, sentimento, decepções, alegrias e dificuldades superadas ou não e assim transmitir o grande sentido que estas ações foram para nós. Seria extenso.
 
Aprendemos tanto com esse projeto, construímos e reconstruimos ideias, confiamos e desconfiamos das pessoas, tivemos altos e baixos. Abrimos mão de algumas coisas, para poder conseguir outras. Foi desafiador e gratificante. 
 
As Práticas Educacionais e Ação Comunitária lida com a realidade concreta, esclarecendo para que serve a teoria. Apenas com a prática é que pudemos perceber o quão importante e rico esta disciplina é verdadeiramente. Muitas vezes o que ouvimos apenas nos faz sentido quando a vivemos e experimentamos.

 Unir a educação aos processos de formação das crianças da educação não formal como cidadãos é uma urgência e necessita de uma demanda na Pedagogia Social. Por isso compreendemos, nesta disciplina, um conceito amplo de educação que envolve campos diferenciados da educação formal, informal e não formal.
 
Passamos a acreditar nas propostas das Práticas Educacionais e Ação Comunitária e que a educação não formal nos induz a Pedagogia Social, cujo trabalho é com o coletivo e se preocupa com os processos de construção de aprendizagens e saberes culturais de uma comunidade, para a inclusão social.
 
O nosso olhar, somado ao ver da professora e contadora de histórias, Ivani Magalhães e da ONG, aprendemos a articular um novo fazer e um novo pensar sobre a nossa formação de educadoras.
 
Portanto a reflexão que fazemos é, quão importante nos vermos como mediadores da aprendizagem, que podemos ensinar e aprender com as crianças de uma ONG. Que a nossa prática em educar deve ser rica, organizada e refletida. Que se identifique com o interdisciplinar, em sintonia com outros saberes. 
 
Para você que neste momento, lê o que é velho, ou seja, este trabalho que já foi concluído venha a motivá-los a fazer melhor. Tenham a pretensão de torna-lo novo ou tornar novo o velho. Exerçam apaixonadamente as Práticas Educacionais e Ações Comunitárias.

 Em outras palavras, as Práticas Educacionais e Ações Comunitárias não são para ser ensinadas, nem se aprende: vive-se, exerce-se. Leve esta disciplina a sério e tudo o que ela pode lhe agregar.

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